O Conselho Nacional de Transição (CNT) deixou garantias e intransigência que a lei sobre disseminação das informações falsas na internet “não nasce para limitar a liberdade de expressão e nem perseguir as vozes críticas e muito menos condicionar o trabalho livre da classe jornalística, mas sim, combater o cybercrime, proteger as instituições de crimes informáticos e blindar os cidadãos contra burlas e roubos de identidade online”.
O porta-voz do CNT, Fernando Vaz, que falava após a aprovação da referida, disse que o jornalismo livre é a maior vítima da desinformação desenfreada e das contas falsas que perfilam nas redes sociais.
Informou que, com esse diploma, autoridades do país querem que haja um ambiente digital seguro para que as empresas invistam e, consequentemente, os jovens guineenses possam inovar em segurança.
Julciano Baldé
