O Instituto da Biodiversidade e das Áreas Protegidas (IBAP) promoveu, dia 22 de maio, uma palestra e exposições com os estudantes de diferentes escolas e universidades, no quadro das comemorações do Dia Mundial da Biodiversidade, que este ano se assinala sob o lema “Agir localmente para um impacto global”.
Em declarações à imprensa, à margem da cerimónia, a diretora-geral do IBAP considerou que os 22 anos da existência da instituição foram bastante positivos, porque teve uma evolução significativa, contando sempre com o apoio do governo, no cumprimento da sua missão.
Aissa Regalla de Barros disse que, apesar de várias conquistas alcançadas, o IBAP também enfrenta problemas de sustentabilidade financeira, sendo que mais de 90 por cento dos funcionários são cobertos pela Função Pública.
Outra dificuldade apontada pela Regalla de Barros tem a ver com a mudança de geração de funcionários, devido o aproximar do período de aposentação da maioria dos seus trabalhadores da instituição.
Segundo ela, a nível mundial, a situação da biodiversidade não está favorável e é por isso que o IBAP procura sempre transmitir mensagens de proteção do ambiente, em cada ano que celebra o Dia Mundial da Biodiversidade.

No que diz respeito às áreas protegidas, Aissa Regalla afirmou que apesar de muitas dificuldades enfrentadas neste domínio, o IBAP até então continua a trabalhar com determinação, para manter a proteção dessas zonas e as espécies ameaçadas.
De salientar que este ano o IBAP envolveu quatro escolas, centros de formação e universidades de Bissau nas celebrações do Dia Mundial da Biodiversidade, nomeadamente as universidades Lusófona e Amílcar Cabral a Escola Superior de Educação (ESE) e a Aldeia SOS.
Adelina Pereira de Barros
