O Conselho Nacional de Transição (CNT) instou hoje o governo português a dirigir-se às atuais autoridades legítimos quando pretende algo com a Guiné-Bissau, porque o tempo em que Portugal servia de terceiros países como escudo diplomático terminou.
Esse aviso foi feito pelo porta-voz do CNT, Fernando Vaz, quando procedia, em Bissau, à leitura de uma nota de repúdio e advertência final ao governo daquele país lusófono.
Na ocasião, Vaz afirmou que a declaração do ministro português dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, seria a última vez e que “as atuais autoridades não tolerarão a ingerência do referido dirigente português nos assuntos internos da nossa nação, pois não possui qualquer legitimidade para ditar normas à Guiné-Bissau”.
Julciano Baldé
