UNFPA quer envolvimento de todos na redução de mortes maternas evitáveis

O Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) prometeu trabalhar para reduzir em zero a taxa da mortalidade indesejadas pelo planeamento familiar, de mortes maternas evitáveis e a violência baseada no género.

No encerramento de uma sessão de reflexão sobre como a comunicação naquela organização pode contribuir para que os programas se tornem mais impactantes, realizada no dia 29 do mês findo, o representante residente, Jocelyn Fenard, manifestou a vontade de tudo fazer para que cada gravidez seja desejada, todos os partos sejam seguros e o potencial de cada jovem seja alcançado.

A jornada de reflexão foi destinada aos influenciadores digitais, media, líderes religiosos, tradicionais, mulheres, jovens, ativistas e encarregados do Programa do UNFPA.

No entanto, Jocelyn Fenard disse que, no âmbito do programa com o Governo, a sua instituição tem apoiado o país nos cuidados de saúde sexual e reprodutiva para as mulheres e jovens, na saúde grávidéz, no acesso fiável aos contraceptivos modernos, na formação de profissionais de saúde e na prevenção e combate à violência baseada no género.

Segundo o representante, a ideia de convidar essas instituições para reflexão é para fazer advocacia relativamente a política e programas e ajudar na campanha de sensibilização das populações, na mudança de comportamentos.

Jocelyn Fenard disse que os temas abordados são importantes para mudança de mentalidade e permitir que cada indivíduo goze de uma forma livre a sua liberdade.

Recomendações

No final os participantes na sessão de reflexão recomendaram o seguinte: adequações de conteúdos da sensibilização para as comunidades; escolarização das mulheres nas comunidades de intervenções; criação de programas de formação e informação através de programas radiofónicos, banda desenhada, teatro ao vivo, publicação nos jornais e nas redes sociais, melhoria de estratégias de seguimento e avaliação; disponibilização de meios para acesso aos centros de saúde e melhoria de infra-estruturas sanitárias e rodoviárias; intensificação de campanha de sensibilização; assistência social e apoio a estruturas familiares nas comunidades; capacitação de homens e mulheres para a mudança de mentalidade e criação de programas sobre os conceitos da violência baseada no género.

Alfredo Saminanco

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