Ministro satisfeito com evolução de Nô Pintcha e Inacep mas preocupado com ANG

O ministro da Comunicação Social manifestou-se satisfeito com a evolução registada no jornal Nô Pintcha e na Imprensa Nacional, mas mostrou-se preocupado com a situação “muito mais complicada” em que se encontra a Agência de Notícia da Guiné-Bissau

Os sentimentos de Fernando Mendonça foram conhecidos nesta terça-feira, 21 de junho, no termo de uma visita que efetuou àquelas três instituições estatais, com o objetivo de conhecer de perto o seu funcionamento e para se informar sobre dificuldades e perspetivas.

Com o Nô Pintcha, ficou satisfeito em saber que o jornal está totalmente digitalizado e pode ser consultado em qualquer parte do mundo, a partir da próxima semana.

Outro motivo de satisfação tem a ver com o facto de ter recebido indicações sobre planos para a formação do pessoal, além de o jornal passar , ainda neste ano, para bissemanário e, em 2023, voltar a trissemanário, como era dantes. “A outra novidade é que agora sai a cores. É um esforço enorme, que quero aproveitar para louvar”, elogiou, para de seguida reconhecer as dificuldades em os técnicos trabalham. Mas disse que deve-se reconhecer quando são dados passos e saltos de “qualidade e quantidade”.

Em relação à ANG, o ministro afirmou que aquele órgão de informção precisa de “um apoio muito forte” do governo. Lembrou que houve altura em que a agência tinha correspondentes em todas s regiões do país e todos os outros órgãos aproveitavam as suas notícias, prometendo esforços no sentido de fazer volta essa situação.

No entanto, Fernando Mendonça notou com agrado a nova de que está em perspetiva a retoma de cooperação com outras agências de informação, nomeadamente a Lusa e a agência marroquina, para que a ANG melhore a sua performance na feitura de notícias. Também ficou satisfeito em saber que a ANG conseguiu ultrapassar “um problema bicudo” de transporte.

No que respeita à Inacep, o governante disse que a mesma deve poder servir ao Estado da Guiné-Bissau, havendo produtos estatais que mais ninguém pode produzir a não ser a Imprensa Nacional, nomeadamente bilhete de identidade, passaporte, certidão de nascimento, carta de condução e outros.

Contente também estava o ministro pela recuperação de máquinas outrora danificadas, o que deixa a empresa em grande plano no que a concorrência diz respeito, até porque há um plano de reestruturação da Inacep.

Ibraima Sori Baldé

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